Cada resposta em seu devido “lugar”

crise_comunicacaoEm possíveis ameaças sofridas numa campanha, é muito comum, além de se aflorarem os ânimos, se tomar decisões de forma precipitada e longe da razão. Conter o grupo neste momento, já não é tarefa fácil, pois sempre haverão aqueles mais eufóricos que vão incentivar o candidato para que se responda a qualquer ataque.

Isso deve ser analisado profissionalmente por um consultor, e ao se decidir responder, os meios escolhidos devem seguir certos critérios.

Em todas as respostas, deve-se mensurar a abrangência do ataque e jamais sair do foco do publico alvo que foi atingido. Em outras palavras, se o político foi atacado em um jornal, jamais se dirigir a uma emissora de rádio, e tentar responder, a resposta deve vir pelo jornal. É que o nível de abrangência de uma rádio é diferente da abrangência de um jornal que é diferente da abrangência do Twitter. O que normalmente acontece é que ao responder certo ataque, se difunde uma informação a uma parcela da população que teoricamente não estava sabendo sobre o ocorrido e será alertada. Mesmo o político dando sua versão, o desgaste já ocorreu.

Desta forma, se o político for atacado no Facebook, que responda no Facebook, e assim sempre, nos veículos de igual abrangência.

Outro aspecto interessante é quando se lê a notícia negativa, do jornal na rádio. Ai o veículo difusor da mensagem passa a ser o rádio e não mais o jornal.

Ao mensurar o meio que será utilizado para a resposta sempre valerá o que tiver maior abrangência não o último a ter dado ressonância na matéria negativa.

Por Gilberto Musto

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