
Da redação
Na noite de 15 de janeiro de 2026, 57 ônibus da empresa Urbi Mobilidade Urbana sofreram atos de vandalismo em garagens localizadas em Samambaia, Candangolândia, Ceilândia e Recanto das Emas. Vídeos divulgados mostram danos extensos, com janelas quebradas e carrocerias atingidas por pedras e bolinhas de gude, colocando em risco passageiros, motoristas e pedestres. A Polícia Civil do Distrito Federal investiga os incidentes como ações coordenadas.
A Urbi repudiou veementemente os ataques, classificando-os como criminosos e afirmando colaboração integral com as autoridades para identificação e responsabilização dos envolvidos. Sete pessoas registraram ferimentos leves, e dez veículos não circularam na manhã seguinte, impactando temporariamente o serviço essencial de transporte público. A empresa nega demissão em massa recente, mencionando apenas três desligamentos.
A Secretaria de Transporte e Mobilidade do DF qualificou o episódio como “ação orquestrada”, sem previsão de reforço imediato na segurança das garagens, considerando o caso pontual. Suspeitas iniciais apontam para ex-funcionários insatisfeitos, motivados por conflitos trabalhistas, conforme depoimentos de motoristas à 26ª Delegacia de Polícia em Samambaia Norte. O Sindicato dos Rodoviários acompanhou registros de ocorrência.
A Polícia Militar intensificou patrulhamento preventivo nas garagens da Urbi, especialmente em Recanto das Emas e Samambaia, após comunicação dos primeiros ataques por volta das 20h. Até o momento, suspeitos foram identificados, mas sem prisões confirmadas. A operação de monitoramento estendeu-se até 23h, com medidas cabíveis em curso.
Os episódios expõem vulnerabilidades no sistema de transporte coletivo do DF, demandando articulação entre empresas, sindicatos e forças de segurança para prevenir reincidências. A Urbi reforça prioridade à segurança de usuários e trabalhadores, essencial para o direito de ir e vir da população. Investigações prosseguem para elucidação completa dos fatos.




































