
Da redação
A deputada federal Bia Kicis, presidente da executiva do Partido Liberal (PL) no Distrito Federal, anunciou oficialmente o apoio da legenda à pré-candidatura da vice-governadora Celina Leão ao Palácio do Buriti nas eleições de 2026. A decisão, que conta com o aval explícito da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, encerra especulações sobre possíveis composições alternativas e reforça a continuidade da gestão atual no Governo do Distrito Federal.
O movimento representa um xeque-mate nas articulações de bastidores, especialmente aquelas que buscavam aproximar o PL do grupo político ligado a José Roberto Arruda. Com essa posição unificada, o partido fecha as portas para aventuras externas e consolida Celina Leão como o nome de consenso no campo conservador brasiliense, fortalecendo a espinha dorsal da base governista.
A declaração pública de Bia Kicis e Michelle Bolsonaro sinaliza a recusa a qualquer divisão no espectro da direita local, garantindo unidade necessária para enfrentar os desafios eleitorais. Essa articulação silenciosa e eficiente permite que Celina colha os frutos de alianças estratégicas, posicionando-a como líder da coalizão majoritária com musculatura política reforçada.
O apoio do PL não apenas dissipa incertezas sobre o posicionamento da legenda, mas também antecipa o desenho das coligações para o pleito. Ao blindar a pré-candidatura governista contra dissidências, o gesto organiza o tabuleiro político e projeta Celina Leão como favorita da base aliada, com fôlego total para a sucessão.
Destacando a força de lideranças femininas no cenário, a aliança une as principais referências eleitorais do PL em torno de um projeto único para o Distrito Federal. Caminho livre agora para a vice-governadora, que ganha chancela para liderar a unificação da direita e disputar o comando do Executivo local com vantagem estratégica.




































