
Por Rebeca Luisy
A segunda-feira (12) de Nossa Senhora Aparecida foi de fé, celebração e bons ventos para a governadora e candidata à reeleição Celina Leão (PP). Logo após acompanhar a tradicional missa solene dedicada à padroeira do Brasil na Esplanada dos Ministérios, a candidata comentou os números da mais recente pesquisa Quaest. Aparecendo na liderança com 61,5% dos votos válidos contra 38,5% de Leandro Grass (PT), Celina atribuiu o resultado positivo à presença constante nas ruas e ao ritmo acelerado de entregas da atual gestão.
Para Celina, o resultado das urnas em potencial não serve para relaxar, mas sim para aumentar a responsabilidade de quem está no comando do Distrito Federal. Segundo a governadora, ver o trabalho ser reconhecido pela população dá ainda mais gás para continuar na ativa e manter a rotina pesada de ações nos quatro cantos da capital. A ideia, segundo ela, é garantir que cada morador perceba no dia a dia a melhoria real na sua qualidade de vida.
Além do panorama eleitoral, o olhar humano e a assistência social ganharam destaque durante a conversa com a imprensa. Celina reafirmou o compromisso de fortalecer as redes de acolhimento voltadas para as pessoas em situação de rua e vulnerabilidade. A proposta para os próximos anos inclui a ampliação de parcerias estratégicas com casas de recuperação e entidades religiosas, unindo forças com quem já tem experiência e dedicação no atendimento aos mais necessitados.
Um dos pontos altos levantados pela candidata foi a mudança do Centro Pop da Asa Sul para uma nova estrutura mais ampla e equipada. Celina reforçou que a iniciativa não se trata de uma “higienização social”, mas sim de um acolhimento de verdade, pensado para oferecer dignidade, atendimento de qualidade e, acima de tudo, uma oportunidade real de recomeço para quem vive nas ruas do DF.
Combinando fé, diálogo com lideranças comunitárias e religiosas, e um plano focado em cuidar de quem mais precisa, Celina Leão aposta que a receita para os próximos anos é continuar governando de portas abertas. O objetivo central, segundo a candidata, é equilibrar o desenvolvimento da cidade com um olhar atencioso para as demandas da comunidade e das populações mais vulneráveis.




































