Conheça o candidato ao Senado: Eduardo Zanata (PSTU)

Foto: Divulgação

Por Rebeca Luisy

O professor Eduardo Rennó Zanata foi escolhido pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) para disputar uma das vagas do Distrito Federal no Senado nas eleições de 2026. A candidatura foi oficializada durante a convenção da legenda, realizada em 1º de agosto, que também confirmou Professor Robson da Silva para o Governo do DF e Ricardo Guillen para a vice-governadoria.

Professor de Língua Portuguesa da rede pública do Distrito Federal, Zanata iniciou sua trajetória política no movimento estudantil. Durante a graduação, presidiu o Diretório Central dos Estudantes entre 2007 e 2008, experiência que contribuiu para sua aproximação com pautas ligadas à educação, aos serviços públicos e à organização dos trabalhadores.

A candidatura ao Senado representa mais uma etapa de sua atuação política pelo PSTU. Zanata já foi candidato a vice-governador do Distrito Federal nas eleições de 2018 e 2022, compondo as chapas encabeçadas por Robson da Silva. Em 2026, ele decidiu concorrer diretamente a uma cadeira no Congresso Nacional.

Entre as questões apresentadas pelo candidato está a situação do Banco de Brasília (BRB), apontada por ele como um dos principais desafios para o Distrito Federal. A chapa do PSTU defende um programa baseado na participação popular e na atuação do governo como principal gestor dos serviços públicos, em contraposição a políticas de privatização.

Zanata concorre em um cenário no qual o Distrito Federal elegerá dois senadores. De acordo com os dados disponíveis, ele utiliza o nome de urna “Zanata” e o número 161, mas o registro da candidatura ainda aparece como “em análise”, o que significa que a situação definitiva depende da avaliação da Justiça Eleitoral.

Consultas em bases públicas de acompanhamento processual identificam processos que mencionam o nome completo de Eduardo Rennó Zanata, principalmente no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. Os registros encontrados apontam a participação do Ministério Público Eleitoral e do PSTU em parte das ações, mas a simples existência de processos não permite concluir que o candidato seja réu, tenha cometido irregularidades ou tenha sido condenado.

Até o momento, não foram localizadas reportagens de veículos confiáveis que relacionem Zanata a escândalos políticos, investigações criminais ou condenações judiciais. Para uma avaliação precisa, é necessário consultar cada processo pelo número e verificar a posição ocupada pelo candidato, o objeto da ação e o resultado das decisões. A própria Justiça Eleitoral orienta que a pesquisa seja feita na Consulta Pública Unificada do Processo Judicial Eletrônico (PJe), que reúne processos públicos do TSE, dos tribunais regionais e dos cartórios eleitorais.

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