
Por Rebeca Luisy
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada pela TV Globo nesta quinta-feira (30/4), reforça a solidez do governador Daniel Vilela (MDB) na disputa pelo Palácio das Esmeraldas. No principal cenário de primeiro turno, o emedebista registra 33% das intenções de voto, liderando com folga sobre os adversários. Marconi Perillo (PSDB) aparece em segundo, com 21%, seguido por Adriana Accorsi (PT), com 10%, e Wilder Morais (PL), com 9%. Os indecisos somam 15%, enquanto 12% declaram voto em branco, nulo ou ausência, evidenciando o crescente apoio ao atual gestor.
O crescimento de Daniel Vilela é notável em comparação à pesquisa anterior, de agosto de 2025, pelo mesmo instituto, quando registrou 26%. O avanço de sete pontos percentuais demonstra a efetividade de sua gestão e o reconhecimento popular, enquanto os concorrentes diretos mantêm estabilidade: Marconi Perillo com 22%, Wilder Morais com 10% e Adriana Accorsi com 8%. Esse desempenho reflete a confiança dos goianos na liderança do governador.
Nos demais cenários de primeiro turno testados, Vilela mantém a liderança com segurança. No cenário II, alcança 33%, à frente de Marconi Perillo (21%), Wilder Morais (11%) e Edward Madureira (PT), com 5%. Já no cenário III, sobe para 34%, seguido por Marconi (21%), Wilder (10%) e Cíntia Dias (Psol), com 5%. Esses resultados, com indecisos em torno de 15-16%, consolidam sua posição dominante na preferência eleitoral.
As simulações de segundo turno pintam um quadro ainda mais favorável ao governador. Contra Marconi Perillo, Vilela obtém 46% contra 27% do tucano; frente a Wilder Morais, chega a 51% ante 21% do senador. Esses números, aliados à baixa rejeição de apenas 19% — a menor entre os principais nomes —, destacam sua ampla aceitação e capacidade de unir o eleitorado goiano.
Daniel Vilela assumiu o governo após a saída de Ronaldo Caiado (PSD) para a disputa presidencial, herdando uma gestão aprovada por 84% dos eleitores. A pesquisa, realizada de 24 a 28 de abril de 2026, com 1.104 entrevistas presenciais em Goiás (margem de erro de 3 pontos percentuais, confiança de 95%), confirma o momento de ascensão do emedebista, posicionando-o como o nome mais forte para a reeleição.



































