
Por Rebeca Luisy
Mais de três décadas de trabalho e contato com diferentes realidades formam a base do projeto de Joscilene do Mangão (Agir) para a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), onde concorre com o número 36.222.
Mais de 30 anos de trabalho como alicerce do projeto político
A decisão de disputar uma vaga na Alego representa, para Joscilene do Mangão, mais do que uma mudança de caminho: é a continuidade de uma trajetória construída ao longo de mais de 30 anos de trabalho, convivência com diferentes realidades e dedicação às pessoas. Professora, mãe e mulher de fé, ela afirma que sua entrada na política não é o início de uma nova história, mas a ampliação de uma caminhada que já vinha sendo construída muito antes de ocupar um espaço na vida pública. É justamente nessa experiência que a candidata identifica a principal base para disputar uma cadeira no Legislativo estadual.
Presença, escuta e compromisso como pilares do mandato
A proposta apresentada pela candidata parte de três pilares: presença, escuta e compromisso, com a intenção de manter uma relação próxima com municípios e comunidades, acompanhando de forma permanente as demandas da população e levando essas necessidades para o debate dentro da Assembleia. Para Joscilene, representar a população exige mais do que participar das votações e discussões no plenário: o mandato, em sua visão, precisa permanecer conectado à realidade de quem está fora do Legislativo, acompanhando os problemas enfrentados diariamente pelas famílias e buscando transformar essas demandas em pautas de atuação parlamentar. É nesse contexto que a experiência como professora ganha relevância em seu projeto político, ao contribuir para desenvolver um olhar atento às necessidades da população e para compreender a importância de políticas públicas capazes de produzir resultados concretos na vida das pessoas.
“Mandato de porta aberta” e cuidado como marca“
Eu quero chegar à Assembleia levando comigo a experiência de quem passou mais de 30 anos trabalhando e cuidando de pessoas. O mandato precisa ter porta aberta, presença e disposição para ouvir. É assim que acredito que a política pode fazer diferença na vida de quem mais precisa”, afirma Joscilene do Mangão. A candidatura, portanto, é apresentada como uma extensão de valores que já fazem parte de sua trajetória: em vez de romper com aquilo que construiu ao longo da vida, ela pretende levar essa experiência para um espaço maior de representação, colocando sua vivência pessoal e profissional a serviço de um número maior de pessoas. A candidata também defende que uma experiência construída fora da política institucional pode contribuir para uma forma diferente de atuação dentro do Legislativo, aproximando o debate estadual da realidade dos municípios e transformando as demandas apresentadas por moradores e comunidades em prioridades de atuação parlamentar.
Trajetória como principal credencial na disputa pela Alego
Essa proximidade com a população ocupa lugar central no projeto político: mais do que disputar uma cadeira, Joscilene procura associar sua candidatura à ideia de que um eventual mandato deve manter as portas abertas e continuar ouvindo quem está diretamente ligado às necessidades de cada região. A trajetória construída antes da política, nesse sentido, passa a ser apresentada como sua principal credencial eleitoral, com os mais de 30 anos de trabalho, a experiência como professora e a convivência com diferentes pessoas e realidades formando a base sobre a qual ela pretende construir sua atuação no Legislativo goiano. Com o número 36.222, Joscilene do Mangão coloca seu nome na disputa por uma vaga na Alego com a proposta de levar para a política aquilo que, segundo ela, já orientou sua caminhada: trabalhar, ouvir, cuidar e permanecer próxima das pessoas.







































