
Da redação
A Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares e dispositivos eletrônicos nas escolas públicas e privadas do Distrito Federal, completou seu primeiro ano de vigência em janeiro de 2026 com resultados encorajadores. Pesquisa da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) revela que 38,2% dos profissionais da educação classificaram a implementação como eficiente, enquanto 35,7% a avaliaram como muito eficiente.
Os efeitos positivos destacam-se na maior atenção dos estudantes durante as aulas, fortalecimento das interações interpessoais e melhoria da dinâmica em sala de aula. Educadores relataram ambiente mais focado e colaborativo, com redução significativa das distrações digitais que fragmentavam o processo pedagógico.
A SEEDF desenvolveu materiais de orientação, como o guia “O celular na escola: modo aprendizagem”, disponível em seu portal institucional. O documento diferencia porte de uso dos aparelhos e propõe estratégias para promover socialização e criatividade, oferecendo alternativas pedagógicas ao consumo passivo de conteúdo digital.
Desafios identificados incluem adaptação nos anos finais do ensino fundamental e médio, comunicação familiar e necessidade de diversificação metodológica. A secretaria planeja nova avaliação em 2026, investindo no Programa Horizontes Digitais para ampliar recursos tecnológicos educacionais responsáveis.
Depoimentos de professores, alunos e pais corroboram os ganhos: maior concentração, conversas no recreio e maturidade acadêmica. A medida consolida o compromisso do GDF com educação de qualidade, equilibrando tecnologia e presença humana essencial ao desenvolvimento integral dos estudantes.






































