Veja a agenda de campanha de candidatos à Presidência

Jornal Nacional mostra como foram as atividades de campanha de candidatos à Presidência nesta quarta-feira (29).


Os candidatos à Presidência da República: Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (REDE), Henrique Meirelles (MDB), Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota) e Guilherme Boulos (PSOL) (Adriano Machado/Reuters – Paulo Vitale/VEJA – Paulo Whitaker/Reuters – Nelson Almeida/AFP – Miguel Schincariol/AFP)


Vamos ver agora como foram as atividades de campanha de outros candidatos à Presidência da República nesta quarta-feira (29).

Bolsonaro 
O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, fez campanha no Rio Grande do Sul. Jair Bolsonaro chegou pela manhã a Porto Alegre. Ele foi recebido por apoiadores e discursou num caminhão de som. Participou de um encontro com empresários, políticos e pessoas da comunidade.

Jair Bolsonaro defendeu o direito à propriedade e disse que considera um erro a lei que permite a expropriação de imóveis onde for comprovada a prática de trabalho escravo ou análogo à escravidão.

O candidato também disse que vai rever a demarcação de terras indígenas.

“Se eu chegar lá não terá mais um centímetro quadrado para a terra indígena. Conheço índio como capitão do Exército, nas minhas andanças pelo Brasil. O índio quer se integrar à sociedade. Mas hoje em dia, num país como o nosso, ter uma área maior que a Região Sudeste demarcada como terra indígena, cujo subsolo é riquíssimo, eu acho que tem que se preocupar com isso”.

À tarde, o Bolsonaro visitou a Expointer, feira agropecuária que acontece em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre. Ele ouviu reivindicações de produtores e disse que uma das suas prioridades será garantir o escoamento das safras.

Ciro
Ciro Gomes, do PDT, começou as atividades de campanha em Minas Gerais. Pela manhã, Ciro Gomes foi ao mercado central de Belo Horizonte. Cumprimentou eleitores. O candidato do PDT prometeu retomar obras de ferrovias e investir em infraestrutura para escoar a produção agrícola.

Em Brasília, o candidato do PDT se reuniu com dirigentes de instituições federais de ensino superior. Recebeu um documento com propostas para o desenvolvimento econômico e social do Brasil nos próximos anos.

Ciro Gomes defendeu a manutenção do ensino superior público gratuito e também apresentou propostas para os ensinos fundamental e médio.

“É preciso preparar o estudante para que ele pense, para ele olhar criticamente a vida. Está explícito meu compromisso, vagas desse tipo, escola em tempo integral, profissionalizante, com três refeições, assistência médica e odontológica, cultura, lazer e estágio remunerado pelo governo nas empresas para ajudar o jovem a adquirir a primeira experiência sem a qual ele não vai entrar no mercado de trabalho”.

Marina
A candidata da Rede, Marina Silva, fez campanha em Brasília. Marina Silva participou de um encontro na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, elogiou a contribuição do setor para a economia do país e propôs parceria estratégica aos produtores.

A candidata da Rede prometeu fortalecer a agricultura familiar.

“Dar suporte creditício, ampliar cada vez mais o programa vencer em termos de crédito no Plano Safra, ajudar cada vez mais os agricultores familiares com o Pronaf, criar mecanismos para que a agricultura brasileira faça jus ao que ela é na geração de emprego”.

Marina também disse que vai dar prioridade à recuperação de áreas degradadas, o que, segundo ela, vai ajudar na geração de empregos.

Ao falar sobre criminalidade no campo, Marina Silva disse que não é distribuindo armas que se garante segurança e que não se pode transferir para o cidadão a responsabilidade que é do estado.

Álvaro
Álvaro Dias, do Podemos, também escolheu a capital federal para fazer campanha.

De manhã, Álvaro Dias fez uma caminhada pelo centro de Brasília. O candidato prometeu a comerciantes reduzir impostos para, segundo ele, gerar dez milhões de empregos.

Álvaro Dias disse que o Brasil precisa de uma ampla reforma política. O candidato do Podemos defendeu uma reforma que reduza o número de partidos e de parlamentares.

“A partir da reforma política do estado, enxugando a máquina pública, que hoje é perdulária, gastadora, que desperdiça os recursos, tornou o estado brasileiro frágil financeiramente, incapaz de atender às necessidades da população. Hoje nós temos siglas, não temos partidos políticos”.

À tarde, o candidato participou de uma sabatina na Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil. Ele disse que o setor agropecuário é uma prioridade e que, se eleito, vai reduzir a burocracia que dificulta as exportações. Prometeu também investir em infraestrutura e pesquisa.

Fonte: G1

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