Ataques intensos e desinformação miram Celina Leão nas eleições de 2026

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Por Rebeca Luisy

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), enfrenta uma onda agressiva de ataques virtuais e desinformação, motivados por sua liderança nas pesquisas para a reeleição ao Palácio do Buriti. Como única mulher na disputa majoritária, ela se tornou alvo principal de memes degradantes, fake news geradas por inteligência artificial e perfis anônicos.

A violência política de gênero se manifesta em conteúdos que difamam sua imagem, incluindo mentiras sobre casos como o Banco Master/BRB, onde Celina atuou com demissões e auditorias. Perfis são removidos judicialmente, mas novos surgem imediatamente, forçando a governadora a recorrer repetidamente ao Judiciário para preservar sua honra.

Estudos apontam que 71% das candidatas líderes sofrem ameaças digitais de morte e estupro, configurando um padrão nacional de hostilidade contra mulheres fortes na política. No DF, esses ataques covardes visam desestabilizar Celina, que mantém vantagem sólida nas pesquisas, rumo a uma vitória em primeiro turno.

O Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) determinou a remoção de posts falsos alegando inelegibilidade, reafirmando sua aptidão plena para a disputa. Especialistas classificam essas táticas como guerra informacional, com disseminação rápida para contaminar o debate público.

Diante da escalada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aplica rigorosamente a Lei 14.192/2021, que criminaliza violência de gênero, em meio a um cenário onde 89% dos brasileiros apoiam maior presença feminina na política. Celina Leão reage com firmeza, desmentindo narrativas falsas e expondo o desespero de opositores.

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