“Foi o primeiro a ter uma responsabilidade direta por todos os resultados”, diz Paulo Henrique Costa sobre o olhar de Ibaneis para o BRB

Da redação

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, pontua que a organização deve cumprir com o papel de “ser um autor no dia a dia da geração de emprego e renda, além do desenvolvimento social humano”.

No entanto, antes do governador Ibaneis Rocha (MDB) convidar Paulo para assumir a presidência do banco e ele aceitar, fases ruins prosperaram no ambiente, com operações em razão de escândalos de corrupção, por exemplo, além de outros fatores.

“Por uma série de questões, aquele BRB não tinha condições de cumprir o papel colocado, seja por limitação tecnológica ou por limitação de visão estratégica, mas o governador Ibaneis foi o primeiro a ter uma responsabilidade direta por todos os resultados, pois quando ele tomou a decisão de fazer uma gestão técnica e permitiu que a gente montasse um time de  governança técnica, ele criou as condições para que a gente pudesse avançar”, pontuou Paulo.

Os avanços do BRB

  • Banco público com retorno superior a bancos privados;
  • Banco completo com soluções de pagamentos, seguros, investimentos, banco digital e valor de mercado de R$ 8 bilhões;
  • Apoio à gestão pública: programas sociais e financiamento à infraestrutura;
  • Expansão negocial e geográfica com exclusividade de uso de recursos de depósitos judiciais;
  • Há transformação digital, com parcerias para ampliar os canais digitais e negócios;
  • Carteira de crédito resiliente e em expansão, com inadimplência abaixo da média de mercado;
  • Diversas avenidas de crescimento com a base de clientes com baixa penetração e forte potencial de cross-sell;

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